Eu que sempre fui tão céptica, começo a acreditar no Destino.
Talvez as pessoas realmente tenham a sua sina traçada ao nascer. A minha lembrou-se que todas as minhas amizades seriam transformadas em desilusões, em pó… Num pó doído, amargo.
As pessoas são realmente muito cobardes, muito fracas. E para além disso, reparo que são muito primárias e a memória…. muito curta. Demasiado curta para que as coisas assumam o valor que merecem.
É incrível como num dia se perde aquela grande amizade, que afinal de grande só tinha a superficialidade.
A vida é, sem dúvida, um redemoinho. Um constante redemoinho que nos arranca e rouba, muitas vezes para sempre, aquilo que tão lealmente amamos.